segunda-feira, 20 de junho de 2011

Subjetivo

Nessas últimas horas que se foram, eu resolvi parar para relembrar as coisas boas que você me proporcionou. Achei que talvez estivesse realmente só enfatizando as consequências e enfim, por que não pensar em você e não puxar as lembranças bonitas? Eu queria te agradecer por ter proporcionado as quase 24h mais tranquilas e confortáveis da minha vida. Nunca tinha me sentido tão bem... tão a vontade.
Parecia que eu estava de bem comigo, só comigo. Parecia que não existia o dia seguinte, a despedida e o último beijo. Parecia que no amanhã eu acordaria com você do meu lado e não somente em um amanhã como de fato ocorreu... Eu queria todas as manhãs. 
Eu tentei várias vezes ver uma razão pra evitar, ou pra gerar repulsa de você. Talvez o negócio de você não andar de mão dada comigo...Só querer mão na cintura. Acho que isso nós precisamos rever, até porque você anda num ritmo muito diferente do meu, que sou paulista.
Imagina só, eu deitada no colo de alguém... Na grama, com a falsa sensação de "tudo bem se eu fechar os olhos  por alguns minutos". E com você eu me senti assim. Entusiasmada e ao mesmo tempo acomodada, como se convivêssemos todos os dias juntos. Foi tudo lindo, moço. Foi mais que isso... E agora, como já dizia a canção: 
"O que resta é tão pouco, como eu sou pouco contigo. Mas você em mim exagera..."

Um comentário:

Nádia C. disse...

que lindo, que lindo!